quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

ARRUMANDO AS MALAS


Carnaval chegando em Fevereiro. E ai? O q coloco na mala? São só 5 dias!!!
É hora de relaxar e sair da rotina, por isso é bom não exagerar na hora da mala.
O segredo é a organização e lembre-se: nem tudo que você usa em casa vai precisar na hora das férias.


Para a consultora de imagem Bia Kawasaki, itens como livros, sapatos e bolsas pesam muito, então só leve se realmente for usar.
Para evitar exageros, coordene as cores das peças com um mesmo padrão, como preto, marrom e cru, por exemplo. Leve no máximo três sapatos na mala mais o que você viajará.
Dica importante! Os sapatos devem combinar com tudo que tem na mala.
Nada de exagerar nas bolsas também! Bia sugere uma neutra que combine com todas as peças e uma menor para a noite.
Praia e Campo não são passarela, não há necessidade de um conjunto diferente para cada dia. Mude somente as peças de cima sujas.
Acessórios como brincos e colares são leves, aí sim você pode abusar!



Vai à praia?
Conforto e praticidade deverão ser as palavras chaves ao se compor essa mala, não leve peças que amassem ou que te incomodem. Leve um roupa por dia para usar no pós praia com sapatos, bolsa (aquela neutra!) e acessórios combinando. Não esqueça de chinelos, chapéus e saída de banho combinando com os biquínis, e principalmente o protetor solar!



Sugestão para 5 dias

3 vestidos de malha ou sintéticos que não amassem (preto, cru e floral);
1 pijama;
2 lingeries para cada dia (pense em seus decotes e não se esqueça de acertar os sutiãs);
2 shorts /bermudas /saias;
5 camisetas ou blusinhas;
1 toalha de praia;
Acessórios: colares, brincos, cintos, bolsas, óculos de sol e grau.

Mesmo indo para um lugar quente, leve sempre uma roupa de frio e não esqueça de separar a roupa para a viagem de ida e de volta! Prefira peças confortáveis como jeans e camiseta.
Bia alerta que a moda praia 2009 está mais sofisticada, então nada de lacinhos, babadinhos ou enfeitinhos. O foco está na estampa e nos recortes. As antigas cangas foram abolidas, prefira vestidos, trench coats de verão e pantalonas.
Não esqueça de levar protetor solar e repelente. Para os cosméticos, aproveite as embalagens menores. Na hora do make, nada de abusar na quantidade de estojinhos de sombra. Praia pede maquiagem neutra.



Vai ao campo?

2 calças jeans (1 você viajará no corpo);
2 bermudas/ shorts /saias;
1 bota (caso vá cavalgar);
meias para a bota (cor da mesma) e meias brancas soquete;
1 tênis;
2 sandálias confortáveis (uma preta e uma cru);
1 chinelo de borracha combinando com as peças de banho;
1 pijama;
2 lingeries para cada dia (pense em seus decotes e não se esqueça de acertar os sutiãs);
1 camiseta ou blusinha para cada dia;
1 jaqueta jeans ou nylon;
2 conjuntos para prática de esportes ou mais;
1 biquínis ou maiô + a saída de banho e chinelos e chapéu;
3 vestidos de malha ou sintéticos que não amassem (preto, cru e floral);
Acessórios: colares, brincos, cintos, bolsas, óculos de sol e grau.

Não esqueça aqui também um outfit para viagem de ida e uma para a viagem de volta!.



Check List
- Mala
- nécessaire
- sacos para sapato
- sacos para roupa suja.
- Desodorante, escova e pasta de dente,fio dental, Shampoo e condicionador (em embalagens pequenas).
- Sabonete, hidratante, filtro solar e repelente.
- Algodão, cotonetes, absorvente, canivete suíço pequeno, secador (em hotel costuma ter), escova, pente.
- Maquiagem: base, pó, blush, batom, gloss, lápis de boca, sombra, lápis de olho, rímel.
- Documento do carro, passaporte/identidade/ carteira de motorista, seguro saúde, agenda.
- Carregador de celular, maquina fotográfica, pinça, remédios (band-aid e merthiolate), colírio, lentes de contato, óculos de grau, livros, cds, jogos.

Anotou tudo? Agora é só checar a sua mala e boa viagem! Se quiser levar umas coisinhas a mais, tudo bem. Mas não exagere! Férias é a hora de praticar o desapego!



Fonte: ig.moda

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Você já riu hoje?


Pare e pense se rir é algo que faz parte de seu cotidiano. Você riu duas vezes hoje? Apenas uma vez? Nenhuma?
Se não mudar de atitude e aprender a levar a vida de outro modo, é pouco provável que seja feliz. Para aproveitar cada momento, combater o estresse e superar os problemas é indispensável desenvolver o senso de humor, o mais barato remédio natural.
Você sabia que um minuto de riso equivale a 45 minutos de relaxamento, ou que um antigo provérbio chinês afirma que, para ser saudável, é preciso rir pelo menos 30 vezes ao dia?
Ria de si mesmo, não tema o ridículo, cultive o absurdo, procure o bom na adversidade, desdramatize seus medos e idéias irracionais, brinque com a imaginação, cometa alguma loucura de vez em quando, descubra sua faceta cômica, tenha bom humor e não exagere na importância das coisas.
Esses são alguns dos ingredientes desse delicioso prato, diante do qual todos ficam com "água na boca" e com o qual gostaríamos de nos deliciar eternamente: a felicidade.
O bom humor é um dos melhores e mais acessíveis recursos para aproveitar a vida, mesmo diante de ventos contrários.
Alguns conselhos dos psicólogos podem ajudá-lo nessa tarefa saudável de rir mais e melhor.


Gargalhadas contra temores
O humor é uma excelente estratégia para desativar os medos irracionais, como os temores de não corresponder às expectativas, de fracassar, de que as coisas não vão bem, de que outros não compartilhem nossa opinião, de não ser amado, de assumir a responsabilidade por nós mesmos ou de admitir as próprias fraquezas.
Vá para um lugar onde não o incomodem, deite de barriga para cima confortavelmente e, mantendo uma respiração lenta, tensione os músculos da face: faça todos os trejeitos que souber ou puder, como inflar as bochechas, arquear as sobrancelhas, apertar os dentes, mexer o nariz.
Depois, relaxe e lembre que ninguém está vendo. Você verá como todos os músculos do corpo ficam mais leves e terá dado um grande passo para rir de si mesmo.


Aprenda a relativizar os inconvenientes
Os fatos sempre podem ser avaliados de vários ângulos. Você deve buscar novas formas de interpretá-los e encontrar o "lado positivo".
Use a ironia a seu favor, pense que nada é absoluto e adote um estilo mental mais flexível e tolerante. Se tiver que deixar o carro durante muito tempo na oficina, lembre-se de que isso lhe dará a oportunidade de ler um bom livro e olhar a cidade do transporte público, evitando o estresse de dirigir.


Além disso, para rir dos problemas diários e evitar que amarguem a vida, o especialista americano Allen Klein e o psicólogo espanhol José Elías, que dão cursos sobre o uso terapêutico do humor, propõem:
- Esqueça os problemas investindo na fórmula boa notícia/má notícia: Comece anunciando a notícia ruim, e depois a transforme em boa. Por exemplo, a má é que seu marido fugiu com sua melhor amiga, e a boa é que agora comprará dois presentes a menos no próximo Natal.
- Busque apoio para enfrentar algo que parece insuperável: Reúna vários amigos, exponha a eles o problema e peça que lhe proponham soluções ao acaso, com respostas curtas e sem muita reflexão prévia, sem importar se são absurdas ou bobas. Incentive-os a falar suas idéias mais engraçadas.
- Descubra seu senso de humor: Você não é uma pessoa para sempre séria ou engraçada, assim como qualquer outra capacidade, a visão humorística pode ser desenvolvida. Muitas vezes não conta ou se lembra das piadas porque não dá interesse a elas, não sente afinidade, não confia em sua habilidade ou se conformou de que não lembra. Se mudar de atitude, lembrará.
Fonte: yahoo.com.br

sábado, 17 de janeiro de 2009

Casada com um estranho - Sylvia Day

Ed. 1496 - Casada Com Um Estranho
Autor: SYLVIA DAY
Periodicidade: Semanal
Série: Julia
Lançamento:9/6/2008
Preço: R$ 6,90



Inglaterra, 1815
Um amor imprevisível.
Isabel Pelham e Gerard Faulkner formam o casal mais escandaloso de Londres, combinam em todas as coisas - sensualidade, desejo intenso, bom humor, desprezo pelas convenções, atrevimento, e a recusa absoluta de se apaixonarem um pelo outro. Isabel fechou seu coração ao amor e, dos homens, só deseja companhia e prazer. O casamento entre ambos é um acordo dos mais agradáveis, até que uma chocante reviravolta leva Gerard para longe...
Quatro anos depois, ele está de volta. Mas o rapaz farrista e irresponsável foi substituído por um homem sério e charmoso, determinado a seduzir Isabel. O relacionamento descontraído transformou-se numa tentação irresistível, um marido que deseja Isabel de corpo e alma, e que não se deterá diante de nada para conquistar o amor da esposa. Não, aquele não é o homem com quem Isabel se casou mas... é o homem que finalmente poderá roubar seu coração...

Meu comentário:
Eu simplesmente devorei esse livro.
Inusitado, diferente, interessantíssimo, sai totalmente fora dos padrões e eu, que adoro um livro polemico, adorei.
Isabel é mais velha que Gerard e isso, na sociedade da época já seria um escandalo. Imagine então uma viúva mais velha, linda, cortejada por TODOS os homens e que troca de amantes como troca de roupa (nem tanto...rsrsrs).
Enfim, é um romance totalmente envolvente q provavelmente foi tosado pela NC, pois teve umas horas que eu senti um abismo de uma cena pra outra. É super hot e sai totalmente da convencionalidade: mocinha tola e virgem X mocinho bruto e ogro...rsrsrs
AMEI DE PAIXÃO. Já foi pro Hall de melhores. RECOMENDADÍSSIMO.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

POLLYANNA



O título refere-se à protagonista, Pollyanna Witthier, uma jovem órfã que vai viver em Beldingsville, Vermont, com sua abastada mas sisuda tia Polly. A filosofia de vida de Pollyanna é centrada no que ela chama "o Jogo do Contente", uma atitude otimista que ela aprendeu com o seu pai. Esse "jogo" consiste em encontrar algo para se estar contente, em qualquer situação por que passemos. Isso se originou com um incidente num Natal, quando Pollyanna, que estava achando que ia ganhar uma linda boneca, acabou recebendo um par de muletas. Imediatamente o pai de Pollyanna aplicou o jogo, dizendo a ela para ver somente o lado bom dos acontecimentos — nesse caso, ficar contente porque "nós não precisamos delas!".

Com essa filosofia, aliada a uma personalidade radiante e uma alma sincera, simpática e compassiva, Pollyanna traz muita alegria e contentamento para a sombria e triste propriedade da sua tia, a qual ela transforma em um lugar maravilhoso para se viver. O "jogo do contente" protege-a também das atitudes severas e desaprovadoras de sua tia: quando tia Polly a colocou num sótão abafado, sem tapetes ou quadros, ela exultou com a bela vista que se descortinava daquela altura; quando ela tentou "punir" sua sobrinha por estar atrasada para o jantar, dizendo que só iria comer pão e leite, na cozinha, com a cozinheira, Nancy, Pollyanna agradeceu-lhe efusivamente, porque ela gostava de pão e leite, e também gostava de Nancy.



Em breve, Pollyanna ensina a alguns dos mais problemáticos habitantes de Beldingsville a 'jogar o jogo do contente', desde um inválido queixoso chamado Sr. Snow até um solteirão, Sr. Pendleton, que vivia sozinho em uma bagunçada mansão. Até tia Polly – achando-se sem saída diante da animada recusa de Pollyanna em ficar triste e cabisbaixa – aos poucos começa a se tornar mais simpática e amigável, muito embora ela resista ao jogo do contente mais tempo do que qualquer outra pessoa.

Entretanto, até mesmo o extremamente forte otimismo de Pollyanna é posto à prova, quando ela sofre um acidente com um carro e perde o movimento das pernas. A princípio ela não se inteira totalmente da situação, mas seu estado de espírito decai, e muito, quando ela acidentalmente ouve um eminente especialista dizer que ela nunca mais voltará a andar. Depois disso, ela se prostra no leito, incapaz de achar qualquer coisa que a faça ficar contente. Então as pessoas das redondezas começam a visitar a casa de tia Polly, desejosos de fazer Pollyanna saber o quanto o encorajamento dela melhorou as suas vidas; e Pollyanna decide que ela ainda pode se sentir contente, porque tem pernas.



A partir daí, um médico muito compassivo (que tinha sido um antigo amor da tia Polly) revela a existência de uma misteriosa nova "cura" para a lesão da medula espinhal da garota. Pollyanna passa dez meses em um hospital distante, onde ela se recupera e volta a andar; tia Polly e o médico se casam; e a felicidade e o contentamento é geral.



Pollyana é um romance de Eleanor H. Porter, publicado em 1913 e considerado um clássico da literatura infanto-juvenil.
O livro fez tanto sucesso que a autora publicou em 1915 uma continuação, chamada Pollyana Moça. Mais onze Pollyanas se seguiram, muitas delas escritas por Elizabeth Borton ou Harriet Lummis Smith. A mais recente sequência de Pollyana foi publicada no meio dos anos 90, escrita por Colleen L. Reece.

Em 1960 foi lançado o filme Pollyana, pela Disney, dirigido por David Swift e com Hayley Mills no papel-título e Jane Wyman no papel de tia Polly.



Na década de 80, a Nippon Animation, produz o anime (desenho animado japonês) baseado no romance de Pollyanna, e Pollyanna moça, sem as nuances românticas que envolvem Pollyanna já adulta.




Texto adaptado e editado por mim.
Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

21 Tipos de orgasmos femininos


Asmática...: Uhh... Uhhh... Uhhh...

Geográfica...: Aqui, aqui, aqui, aqui...

Matemática...: Mais, mais, mais, mais...

Religiosa..: Ai meu Deus, ai meu Deus...

Suicida...: Eu vou morrer , eu vou morrer...

Homicida..: Não pára, senão te maaaaatooo!

Sorveteira...: Ai Kibon, ai Kibon, ai Kibon...

Zootecnista..: Vem, meu macho!!! Vem, meu Macho!!!

Torcedora...: Vai, vai, vai...

Professora de Inglês...: Ohhh!!! YES!!! Ohhh.... my God...

Margarina..: Que Delícia, que Delícia...

Negativa...: Não... Não... Não...

Positiva...: Sim... Sim... Sim...

Pornográfica..: 'P*$# que pariu'... vai, 'filho da .p*%$"... vai...

Serpente Indiana..: Ssssssssss....

Professora...: Sim... isso... por aí... exato... isso....

Sensitiva... Tô sentindo... tô sentindo...

Desinformada...: O que é isso??? O que é isso???

Degustadora...: Ai, gostoso... gostoso...

Cozinheira..: Mexe... Mexe... Mexe...

Casada...: Olha só... a empregada não limpou o lustre direito!!!


rsrsrs

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A RAINHA INJUSTIÇADA



Marie Antoinette Josèphe Jeanne de Habsbourg-Lorraine (Viena, 2 de novembro 1755 - Paris, 16 de Outubro 1793), arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França de 1774 até a Revolução Francesa, em 1789, era a filha mais nova de Maria Teresa de Hasburgo e de Francisco Estevão de Lorena, respectivamente, rainha soberana da Áustria e imperador do Sacro Império Romano Germânico. Casou-se em 1770, aos catorze anos de idade, com o delfim francês Luís Augusto, que, em 1774, tornou-se o rei de França, com o nome de Luís XVI.




A infância de Maria Antonieta teve como cenário a corte de Viena. Ainda é conhecido hoje em dia o seu noivado com Mozart, o grande compositor, que, sendo então apenas uma criança de 5 anos, acreditava ingenuamente estar noivo da formosa filha dos soberanos do Sacro Império Romano-Germânico. Sua formação foi católica conservadora rígida.
A sua mãe, a Imperatriz Maria Teresa da Áustria, seguindo a prática dos soberanos da época, colocou o casamento dos seus filhos ao serviço da sua política externa. O casamento de Maria Antonieta com o delfim (príncipe real) de França, Luís Augusto, futuro Luís XVI, foi o corolário de uma política que visava a reconciliação da Casa de Habsburgo com a Casa de Bourbon, limitando assim as ambições da Prússia e Inglaterra.




Sendo filha da Imperatriz da Áustria, Maria Antonieta estaria vocacionada a exercer alguma influência política na França. Casou em 1770, com apenas catorze anos, tornando-se rainha com dezoito anos, quando o seu marido foi coroado rei Luís XVI.



No início da sua vida em Versalhes, num piscar de olhos, Maria Antonieta usou sua nova posição para criar uma certa "fantasia". Dispensou boa parte das damas de companhia, e povoou a corte de gente jovem e elegante. A Rainha adorava organizar corridas de cavalo, e se divertia em passeios de carruagem. Estas, por ordem dela, corriam a toda velocidade.
O que mais fascinava Maria Antonieta, entretanto, eram as festas das noites parisienses, e a animação das mesmas. Freqüentava óperas, teatros, e participava de bailes. Nestes, as mulheres compareciam mascaradas. Assim, podia se misturar com plebeus, sem ser, no entanto, reconhecida. Luís XVI não se incomodava em deixá-la ir se divertir sem ele. Maria Antonieta teve várias amigas, como a princesa de Lamballe e a duquesa de Polignac. Maria Antonieta, também, interessou-se pela filosofia política, história, e literatura.



Em 1774, com a morte de Luis XV, seu marido Luís Augusto foi coroado como Luís XVI. O povo a amava mas ainda era vítima de piadas por não gerar um filho. Entretanto, em 1781 Maria Antonieta teve sua primeira filha, Maria Teresa Carlota.




Ao ter sua primeira filha, Luis XVI deu-lhe de presente o célebre Petit Trianon, um palácio de pequenas dimensões nas imediações de Versalhes, o qual denominou "novo refúgio". Existindo, afinal, uma "mini-villa" campestre, onde havia vários animais do campo, uma horta e, obviamente, criados para a manutenção do espaço, Maria Antonieta tornou-se mais simples, algo notável nas suas roupas, que se tornavam agora menos complexas e luxuosas. Supostamente, ali terá conhecido o conde Fersen, com quem manteve um romance. Porém este tempo de paz veria o fim brevemente, após diversos escândalos do interior do palácio que viraram manchetes políticas, e de um Inverno rigoroso, que destronou a produção agrícola e emergiu a população num autêntico morticínio, devido à escassez de alimentos e ao frio e, consequentemente, à fome. Estava prestes a começar o declínio de Maria Antonieta.




Tendo desautorizado as reformas financeiras propostas por Turgot e Necker, os seus inimigos apelidaram-na de "a austríaca", "madame" ou "rainha do déficit". O escândalo provocado pelo caso do colar de diamantes e a campanha de panfletos denegrindo a sua imagem levou-a a um certo isolamento, deixando de receber audiências de nobres e literatos, o que a afastou ainda mais da alta sociedade francesa. Atribui-se, à Maria Antonieta, uma famosa frase: "Se não têm pão, que sirvam brioches", que teria sido proferida a uma de suas camareiras certa vez que um grupo de pobres foi ao palácio pedir pão para comer. No entanto, é consenso entre os historiadores que a rainha nunca disse a frase, que acabou sendo usada contra ela durante a Revolução Francesa. Os registros históricos mostram, claramente, que, na época de sua coroação, Maria Antonieta se angustiava com a situação dos pobres. Em uma de suas cartas à mãe, ela chega a comentar o alto preço do pão. Diz, também, o seguinte: "Tendo visto as pessoas nos tratarem tão bem, apesar de suas desgraças, estamos ainda mais obrigados a trabalhar pela felicidade deles".



Em 1789, a família real foi detida no palácio de Versailles e levada pelos revolucionários para o Palácio das Tulherias. Ficou aí detida com seu marido e filhos, até que, em 1792, com o auxílio do conde Axel Fersen, foi tentada uma fuga, mas foram reconhecidos e detidos quando passavam em Varennes. Esse episódio ficou conhecido como a Noite de Varennes.
Durante a Revolução, os seus inimigos alegavam que ela recusava as possibilidades de acordo com os moderados, procurando que o rei favorecesse os extremistas para inflamar mais a batalha. Depois da fuga e prisão em Varennes, alegavam também que ela procurava romper um conflito bélico entre França e Áustria, esperando a derrota francesa.
Depois da execução de Luís XVI, Maria Antonieta ficou conhecida como "Viúva Capeto", sendo condenada à morte por traição, morrendo na guilhotina em 16 de Outubro de 1793.



Maria Antonieta sentou-se sobre um assento de madeira. Dois meses de Conciergerie haviam feito daquela rainha de 38 anos uma velha. Seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar, com hemorragia e os seus cabelos loiros ficaram brancos. O presidente procedeu o interrogatório. Quando lhe foi perguntado seu nome, a acusada respondeu, com voz alta e clara: "Maria Antonieta da Áustria e da Lorena, trinta e oito anos, viúva do rei da França."
As perguntas sucederam-se de modo desordenado, algumas sem a menor importância. De repente, houve o testemunho sensacional de um sapateiro, um certo Simon: Maria Antonieta, durante seu cativeiro, teria submetido seu jovem filho a atos incestuosos. A acusada ficou pálida e visivelmente emocionada: "A natureza se recusa a permitir tal acusação feita a uma mãe", gritou ela: "Eu apelo a todas as mães que por ventura aqui estiverem". Esse tom sofrido produziu sobre todos uma forte impressão. As pessoas recusaram-se a acreditar em tamanha monstruosidade.
Em seguida, foi a vez das testemunhas. Quarenta e uma pessoas desfilaram por ali, sem fazer qualquer contribuição útil ao processo. No interrogatório, ela foi acusada de ser a instigadora da Guerra Civil. Depois veio a defesa e, então, Maria Antonieta foi condenada à morte e foi decapitada no dia 16 de outubro de 1793.

Carnaval chegando em Fevereiro. E ai? O q coloco na mala? São só 5 dias!!!
É hora de relaxar e sair da rotina, por isso é bom não exagerar na hora da mala.
O segredo é a organização e lembre-se: nem tudo que você usa em casa vai precisar na hora das férias.


Para a consultora de imagem Bia Kawasaki, itens como livros, sapatos e bolsas pesam muito, então só leve se realmente for usar.
Para evitar exageros, coordene as cores das peças com um mesmo padrão, como preto, marrom e cru, por exemplo. Leve no máximo três sapatos na mala mais o que você viajará.
Dica importante! Os sapatos devem combinar com tudo que tem na mala.
Nada de exagerar nas bolsas também! Bia sugere uma neutra que combine com todas as peças e uma menor para a noite.
Praia e Campo não são passarela, não há necessidade de um conjunto diferente para cada dia. Mude somente as peças de cima sujas.
Acessórios como brincos e colares são leves, aí sim você pode abusar!



Vai à praia?
Conforto e praticidade deverão ser as palavras chaves ao se compor essa mala, não leve peças que amassem ou que te incomodem. Leve um roupa por dia para usar no pós praia com sapatos, bolsa (aquela neutra!) e acessórios combinando. Não esqueça de chinelos, chapéus e saída de banho combinando com os biquínis, e principalmente o protetor solar!



Sugestão para 5 dias

3 vestidos de malha ou sintéticos que não amassem (preto, cru e floral);
1 pijama;
2 lingeries para cada dia (pense em seus decotes e não se esqueça de acertar os sutiãs);
2 shorts /bermudas /saias;
5 camisetas ou blusinhas;
1 toalha de praia;
Acessórios: colares, brincos, cintos, bolsas, óculos de sol e grau.

Mesmo indo para um lugar quente, leve sempre uma roupa de frio e não esqueça de separar a roupa para a viagem de ida e de volta! Prefira peças confortáveis como jeans e camiseta.
Bia alerta que a moda praia 2009 está mais sofisticada, então nada de lacinhos, babadinhos ou enfeitinhos. O foco está na estampa e nos recortes. As antigas cangas foram abolidas, prefira vestidos, trench coats de verão e pantalonas.
Não esqueça de levar protetor solar e repelente. Para os cosméticos, aproveite as embalagens menores. Na hora do make, nada de abusar na quantidade de estojinhos de sombra. Praia pede maquiagem neutra.



Vai ao campo?

2 calças jeans (1 você viajará no corpo);
2 bermudas/ shorts /saias;
1 bota (caso vá cavalgar);
meias para a bota (cor da mesma) e meias brancas soquete;
1 tênis;
2 sandálias confortáveis (uma preta e uma cru);
1 chinelo de borracha combinando com as peças de banho;
1 pijama;
2 lingeries para cada dia (pense em seus decotes e não se esqueça de acertar os sutiãs);
1 camiseta ou blusinha para cada dia;
1 jaqueta jeans ou nylon;
2 conjuntos para prática de esportes ou mais;
1 biquínis ou maiô + a saída de banho e chinelos e chapéu;
3 vestidos de malha ou sintéticos que não amassem (preto, cru e floral);
Acessórios: colares, brincos, cintos, bolsas, óculos de sol e grau.

Não esqueça aqui também um outfit para viagem de ida e uma para a viagem de volta!.



Check List
- Mala
- nécessaire
- sacos para sapato
- sacos para roupa suja.
- Desodorante, escova e pasta de dente,fio dental, Shampoo e condicionador (em embalagens pequenas).
- Sabonete, hidratante, filtro solar e repelente.
- Algodão, cotonetes, absorvente, canivete suíço pequeno, secador (em hotel costuma ter), escova, pente.
- Maquiagem: base, pó, blush, batom, gloss, lápis de boca, sombra, lápis de olho, rímel.
- Documento do carro, passaporte/identidade/ carteira de motorista, seguro saúde, agenda.
- Carregador de celular, maquina fotográfica, pinça, remédios (band-aid e merthiolate), colírio, lentes de contato, óculos de grau, livros, cds, jogos.

Anotou tudo? Agora é só checar a sua mala e boa viagem! Se quiser levar umas coisinhas a mais, tudo bem. Mas não exagere! Férias é a hora de praticar o desapego!



Fonte: ig.moda

Pare e pense se rir é algo que faz parte de seu cotidiano. Você riu duas vezes hoje? Apenas uma vez? Nenhuma?
Se não mudar de atitude e aprender a levar a vida de outro modo, é pouco provável que seja feliz. Para aproveitar cada momento, combater o estresse e superar os problemas é indispensável desenvolver o senso de humor, o mais barato remédio natural.
Você sabia que um minuto de riso equivale a 45 minutos de relaxamento, ou que um antigo provérbio chinês afirma que, para ser saudável, é preciso rir pelo menos 30 vezes ao dia?
Ria de si mesmo, não tema o ridículo, cultive o absurdo, procure o bom na adversidade, desdramatize seus medos e idéias irracionais, brinque com a imaginação, cometa alguma loucura de vez em quando, descubra sua faceta cômica, tenha bom humor e não exagere na importância das coisas.
Esses são alguns dos ingredientes desse delicioso prato, diante do qual todos ficam com "água na boca" e com o qual gostaríamos de nos deliciar eternamente: a felicidade.
O bom humor é um dos melhores e mais acessíveis recursos para aproveitar a vida, mesmo diante de ventos contrários.
Alguns conselhos dos psicólogos podem ajudá-lo nessa tarefa saudável de rir mais e melhor.


Gargalhadas contra temores
O humor é uma excelente estratégia para desativar os medos irracionais, como os temores de não corresponder às expectativas, de fracassar, de que as coisas não vão bem, de que outros não compartilhem nossa opinião, de não ser amado, de assumir a responsabilidade por nós mesmos ou de admitir as próprias fraquezas.
Vá para um lugar onde não o incomodem, deite de barriga para cima confortavelmente e, mantendo uma respiração lenta, tensione os músculos da face: faça todos os trejeitos que souber ou puder, como inflar as bochechas, arquear as sobrancelhas, apertar os dentes, mexer o nariz.
Depois, relaxe e lembre que ninguém está vendo. Você verá como todos os músculos do corpo ficam mais leves e terá dado um grande passo para rir de si mesmo.


Aprenda a relativizar os inconvenientes
Os fatos sempre podem ser avaliados de vários ângulos. Você deve buscar novas formas de interpretá-los e encontrar o "lado positivo".
Use a ironia a seu favor, pense que nada é absoluto e adote um estilo mental mais flexível e tolerante. Se tiver que deixar o carro durante muito tempo na oficina, lembre-se de que isso lhe dará a oportunidade de ler um bom livro e olhar a cidade do transporte público, evitando o estresse de dirigir.


Além disso, para rir dos problemas diários e evitar que amarguem a vida, o especialista americano Allen Klein e o psicólogo espanhol José Elías, que dão cursos sobre o uso terapêutico do humor, propõem:
- Esqueça os problemas investindo na fórmula boa notícia/má notícia: Comece anunciando a notícia ruim, e depois a transforme em boa. Por exemplo, a má é que seu marido fugiu com sua melhor amiga, e a boa é que agora comprará dois presentes a menos no próximo Natal.
- Busque apoio para enfrentar algo que parece insuperável: Reúna vários amigos, exponha a eles o problema e peça que lhe proponham soluções ao acaso, com respostas curtas e sem muita reflexão prévia, sem importar se são absurdas ou bobas. Incentive-os a falar suas idéias mais engraçadas.
- Descubra seu senso de humor: Você não é uma pessoa para sempre séria ou engraçada, assim como qualquer outra capacidade, a visão humorística pode ser desenvolvida. Muitas vezes não conta ou se lembra das piadas porque não dá interesse a elas, não sente afinidade, não confia em sua habilidade ou se conformou de que não lembra. Se mudar de atitude, lembrará.
Fonte: yahoo.com.br
Ed. 1496 - Casada Com Um Estranho
Autor: SYLVIA DAY
Periodicidade: Semanal
Série: Julia
Lançamento:9/6/2008
Preço: R$ 6,90



Inglaterra, 1815
Um amor imprevisível.
Isabel Pelham e Gerard Faulkner formam o casal mais escandaloso de Londres, combinam em todas as coisas - sensualidade, desejo intenso, bom humor, desprezo pelas convenções, atrevimento, e a recusa absoluta de se apaixonarem um pelo outro. Isabel fechou seu coração ao amor e, dos homens, só deseja companhia e prazer. O casamento entre ambos é um acordo dos mais agradáveis, até que uma chocante reviravolta leva Gerard para longe...
Quatro anos depois, ele está de volta. Mas o rapaz farrista e irresponsável foi substituído por um homem sério e charmoso, determinado a seduzir Isabel. O relacionamento descontraído transformou-se numa tentação irresistível, um marido que deseja Isabel de corpo e alma, e que não se deterá diante de nada para conquistar o amor da esposa. Não, aquele não é o homem com quem Isabel se casou mas... é o homem que finalmente poderá roubar seu coração...

Meu comentário:
Eu simplesmente devorei esse livro.
Inusitado, diferente, interessantíssimo, sai totalmente fora dos padrões e eu, que adoro um livro polemico, adorei.
Isabel é mais velha que Gerard e isso, na sociedade da época já seria um escandalo. Imagine então uma viúva mais velha, linda, cortejada por TODOS os homens e que troca de amantes como troca de roupa (nem tanto...rsrsrs).
Enfim, é um romance totalmente envolvente q provavelmente foi tosado pela NC, pois teve umas horas que eu senti um abismo de uma cena pra outra. É super hot e sai totalmente da convencionalidade: mocinha tola e virgem X mocinho bruto e ogro...rsrsrs
AMEI DE PAIXÃO. Já foi pro Hall de melhores. RECOMENDADÍSSIMO.


O título refere-se à protagonista, Pollyanna Witthier, uma jovem órfã que vai viver em Beldingsville, Vermont, com sua abastada mas sisuda tia Polly. A filosofia de vida de Pollyanna é centrada no que ela chama "o Jogo do Contente", uma atitude otimista que ela aprendeu com o seu pai. Esse "jogo" consiste em encontrar algo para se estar contente, em qualquer situação por que passemos. Isso se originou com um incidente num Natal, quando Pollyanna, que estava achando que ia ganhar uma linda boneca, acabou recebendo um par de muletas. Imediatamente o pai de Pollyanna aplicou o jogo, dizendo a ela para ver somente o lado bom dos acontecimentos — nesse caso, ficar contente porque "nós não precisamos delas!".

Com essa filosofia, aliada a uma personalidade radiante e uma alma sincera, simpática e compassiva, Pollyanna traz muita alegria e contentamento para a sombria e triste propriedade da sua tia, a qual ela transforma em um lugar maravilhoso para se viver. O "jogo do contente" protege-a também das atitudes severas e desaprovadoras de sua tia: quando tia Polly a colocou num sótão abafado, sem tapetes ou quadros, ela exultou com a bela vista que se descortinava daquela altura; quando ela tentou "punir" sua sobrinha por estar atrasada para o jantar, dizendo que só iria comer pão e leite, na cozinha, com a cozinheira, Nancy, Pollyanna agradeceu-lhe efusivamente, porque ela gostava de pão e leite, e também gostava de Nancy.



Em breve, Pollyanna ensina a alguns dos mais problemáticos habitantes de Beldingsville a 'jogar o jogo do contente', desde um inválido queixoso chamado Sr. Snow até um solteirão, Sr. Pendleton, que vivia sozinho em uma bagunçada mansão. Até tia Polly – achando-se sem saída diante da animada recusa de Pollyanna em ficar triste e cabisbaixa – aos poucos começa a se tornar mais simpática e amigável, muito embora ela resista ao jogo do contente mais tempo do que qualquer outra pessoa.

Entretanto, até mesmo o extremamente forte otimismo de Pollyanna é posto à prova, quando ela sofre um acidente com um carro e perde o movimento das pernas. A princípio ela não se inteira totalmente da situação, mas seu estado de espírito decai, e muito, quando ela acidentalmente ouve um eminente especialista dizer que ela nunca mais voltará a andar. Depois disso, ela se prostra no leito, incapaz de achar qualquer coisa que a faça ficar contente. Então as pessoas das redondezas começam a visitar a casa de tia Polly, desejosos de fazer Pollyanna saber o quanto o encorajamento dela melhorou as suas vidas; e Pollyanna decide que ela ainda pode se sentir contente, porque tem pernas.



A partir daí, um médico muito compassivo (que tinha sido um antigo amor da tia Polly) revela a existência de uma misteriosa nova "cura" para a lesão da medula espinhal da garota. Pollyanna passa dez meses em um hospital distante, onde ela se recupera e volta a andar; tia Polly e o médico se casam; e a felicidade e o contentamento é geral.



Pollyana é um romance de Eleanor H. Porter, publicado em 1913 e considerado um clássico da literatura infanto-juvenil.
O livro fez tanto sucesso que a autora publicou em 1915 uma continuação, chamada Pollyana Moça. Mais onze Pollyanas se seguiram, muitas delas escritas por Elizabeth Borton ou Harriet Lummis Smith. A mais recente sequência de Pollyana foi publicada no meio dos anos 90, escrita por Colleen L. Reece.

Em 1960 foi lançado o filme Pollyana, pela Disney, dirigido por David Swift e com Hayley Mills no papel-título e Jane Wyman no papel de tia Polly.



Na década de 80, a Nippon Animation, produz o anime (desenho animado japonês) baseado no romance de Pollyanna, e Pollyanna moça, sem as nuances românticas que envolvem Pollyanna já adulta.




Texto adaptado e editado por mim.
Fonte: Wikipedia

Asmática...: Uhh... Uhhh... Uhhh...

Geográfica...: Aqui, aqui, aqui, aqui...

Matemática...: Mais, mais, mais, mais...

Religiosa..: Ai meu Deus, ai meu Deus...

Suicida...: Eu vou morrer , eu vou morrer...

Homicida..: Não pára, senão te maaaaatooo!

Sorveteira...: Ai Kibon, ai Kibon, ai Kibon...

Zootecnista..: Vem, meu macho!!! Vem, meu Macho!!!

Torcedora...: Vai, vai, vai...

Professora de Inglês...: Ohhh!!! YES!!! Ohhh.... my God...

Margarina..: Que Delícia, que Delícia...

Negativa...: Não... Não... Não...

Positiva...: Sim... Sim... Sim...

Pornográfica..: 'P*$# que pariu'... vai, 'filho da .p*%$"... vai...

Serpente Indiana..: Ssssssssss....

Professora...: Sim... isso... por aí... exato... isso....

Sensitiva... Tô sentindo... tô sentindo...

Desinformada...: O que é isso??? O que é isso???

Degustadora...: Ai, gostoso... gostoso...

Cozinheira..: Mexe... Mexe... Mexe...

Casada...: Olha só... a empregada não limpou o lustre direito!!!


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Marie Antoinette Josèphe Jeanne de Habsbourg-Lorraine (Viena, 2 de novembro 1755 - Paris, 16 de Outubro 1793), arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França de 1774 até a Revolução Francesa, em 1789, era a filha mais nova de Maria Teresa de Hasburgo e de Francisco Estevão de Lorena, respectivamente, rainha soberana da Áustria e imperador do Sacro Império Romano Germânico. Casou-se em 1770, aos catorze anos de idade, com o delfim francês Luís Augusto, que, em 1774, tornou-se o rei de França, com o nome de Luís XVI.




A infância de Maria Antonieta teve como cenário a corte de Viena. Ainda é conhecido hoje em dia o seu noivado com Mozart, o grande compositor, que, sendo então apenas uma criança de 5 anos, acreditava ingenuamente estar noivo da formosa filha dos soberanos do Sacro Império Romano-Germânico. Sua formação foi católica conservadora rígida.
A sua mãe, a Imperatriz Maria Teresa da Áustria, seguindo a prática dos soberanos da época, colocou o casamento dos seus filhos ao serviço da sua política externa. O casamento de Maria Antonieta com o delfim (príncipe real) de França, Luís Augusto, futuro Luís XVI, foi o corolário de uma política que visava a reconciliação da Casa de Habsburgo com a Casa de Bourbon, limitando assim as ambições da Prússia e Inglaterra.




Sendo filha da Imperatriz da Áustria, Maria Antonieta estaria vocacionada a exercer alguma influência política na França. Casou em 1770, com apenas catorze anos, tornando-se rainha com dezoito anos, quando o seu marido foi coroado rei Luís XVI.



No início da sua vida em Versalhes, num piscar de olhos, Maria Antonieta usou sua nova posição para criar uma certa "fantasia". Dispensou boa parte das damas de companhia, e povoou a corte de gente jovem e elegante. A Rainha adorava organizar corridas de cavalo, e se divertia em passeios de carruagem. Estas, por ordem dela, corriam a toda velocidade.
O que mais fascinava Maria Antonieta, entretanto, eram as festas das noites parisienses, e a animação das mesmas. Freqüentava óperas, teatros, e participava de bailes. Nestes, as mulheres compareciam mascaradas. Assim, podia se misturar com plebeus, sem ser, no entanto, reconhecida. Luís XVI não se incomodava em deixá-la ir se divertir sem ele. Maria Antonieta teve várias amigas, como a princesa de Lamballe e a duquesa de Polignac. Maria Antonieta, também, interessou-se pela filosofia política, história, e literatura.



Em 1774, com a morte de Luis XV, seu marido Luís Augusto foi coroado como Luís XVI. O povo a amava mas ainda era vítima de piadas por não gerar um filho. Entretanto, em 1781 Maria Antonieta teve sua primeira filha, Maria Teresa Carlota.




Ao ter sua primeira filha, Luis XVI deu-lhe de presente o célebre Petit Trianon, um palácio de pequenas dimensões nas imediações de Versalhes, o qual denominou "novo refúgio". Existindo, afinal, uma "mini-villa" campestre, onde havia vários animais do campo, uma horta e, obviamente, criados para a manutenção do espaço, Maria Antonieta tornou-se mais simples, algo notável nas suas roupas, que se tornavam agora menos complexas e luxuosas. Supostamente, ali terá conhecido o conde Fersen, com quem manteve um romance. Porém este tempo de paz veria o fim brevemente, após diversos escândalos do interior do palácio que viraram manchetes políticas, e de um Inverno rigoroso, que destronou a produção agrícola e emergiu a população num autêntico morticínio, devido à escassez de alimentos e ao frio e, consequentemente, à fome. Estava prestes a começar o declínio de Maria Antonieta.




Tendo desautorizado as reformas financeiras propostas por Turgot e Necker, os seus inimigos apelidaram-na de "a austríaca", "madame" ou "rainha do déficit". O escândalo provocado pelo caso do colar de diamantes e a campanha de panfletos denegrindo a sua imagem levou-a a um certo isolamento, deixando de receber audiências de nobres e literatos, o que a afastou ainda mais da alta sociedade francesa. Atribui-se, à Maria Antonieta, uma famosa frase: "Se não têm pão, que sirvam brioches", que teria sido proferida a uma de suas camareiras certa vez que um grupo de pobres foi ao palácio pedir pão para comer. No entanto, é consenso entre os historiadores que a rainha nunca disse a frase, que acabou sendo usada contra ela durante a Revolução Francesa. Os registros históricos mostram, claramente, que, na época de sua coroação, Maria Antonieta se angustiava com a situação dos pobres. Em uma de suas cartas à mãe, ela chega a comentar o alto preço do pão. Diz, também, o seguinte: "Tendo visto as pessoas nos tratarem tão bem, apesar de suas desgraças, estamos ainda mais obrigados a trabalhar pela felicidade deles".



Em 1789, a família real foi detida no palácio de Versailles e levada pelos revolucionários para o Palácio das Tulherias. Ficou aí detida com seu marido e filhos, até que, em 1792, com o auxílio do conde Axel Fersen, foi tentada uma fuga, mas foram reconhecidos e detidos quando passavam em Varennes. Esse episódio ficou conhecido como a Noite de Varennes.
Durante a Revolução, os seus inimigos alegavam que ela recusava as possibilidades de acordo com os moderados, procurando que o rei favorecesse os extremistas para inflamar mais a batalha. Depois da fuga e prisão em Varennes, alegavam também que ela procurava romper um conflito bélico entre França e Áustria, esperando a derrota francesa.
Depois da execução de Luís XVI, Maria Antonieta ficou conhecida como "Viúva Capeto", sendo condenada à morte por traição, morrendo na guilhotina em 16 de Outubro de 1793.



Maria Antonieta sentou-se sobre um assento de madeira. Dois meses de Conciergerie haviam feito daquela rainha de 38 anos uma velha. Seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar, com hemorragia e os seus cabelos loiros ficaram brancos. O presidente procedeu o interrogatório. Quando lhe foi perguntado seu nome, a acusada respondeu, com voz alta e clara: "Maria Antonieta da Áustria e da Lorena, trinta e oito anos, viúva do rei da França."
As perguntas sucederam-se de modo desordenado, algumas sem a menor importância. De repente, houve o testemunho sensacional de um sapateiro, um certo Simon: Maria Antonieta, durante seu cativeiro, teria submetido seu jovem filho a atos incestuosos. A acusada ficou pálida e visivelmente emocionada: "A natureza se recusa a permitir tal acusação feita a uma mãe", gritou ela: "Eu apelo a todas as mães que por ventura aqui estiverem". Esse tom sofrido produziu sobre todos uma forte impressão. As pessoas recusaram-se a acreditar em tamanha monstruosidade.
Em seguida, foi a vez das testemunhas. Quarenta e uma pessoas desfilaram por ali, sem fazer qualquer contribuição útil ao processo. No interrogatório, ela foi acusada de ser a instigadora da Guerra Civil. Depois veio a defesa e, então, Maria Antonieta foi condenada à morte e foi decapitada no dia 16 de outubro de 1793.